História

“O Relais Maresca” representa um pedaço de história da ilha de Capri e de forma particular da região de Marina Grande, com sua linda praia e proximidade do porto.
O edifício, datado de 1876, é um dos mais antigos da ilha e é o hotel que mais trocou de nome entre todos os hotéis de Capri.
Surgiu como residência particular do coronel norte-americano John Clay Mackowen, natural de Nova Orleans, que desembarcou em Capri em abril de 1875.
Após este período, tornou-se em 1883 pela primeira vez, hotel com o nome de “Hotel Bristol” com restaurante em anexo no andar térreo denominado “Stanford Restaurant du Louvre”.
Por volta de 1887, o Hotel Bristol iniciou uma colaboração com o então famoso Hotel Pagano e, em seguida, também com o Hotel Quisisana (1892), para satisfazer a grande clientela que preferia ter um contato com o mar e poder desfrutar da praia em frente ao hotel.
Em 1896 foi rebatizado “Hotel du Louvre” e, em 1902, recebeu o nome de “Alexandra-Miramare”, com 14 quartos e um novo administrador, o dinamarquês Frido von Meyeren. No restaurante era servida a cozinha escandinava, tinha uma praia particular e acolhia uma grande clientela alemã.
Em 1908, seu nome foi novamente mudado para “Hotel Vesuvio” e tornou-se propriedade de Giulia Cimino, filha do Coronel Mackowen e casada com Giovanni Maresca, proveniente de uma rica família de Sorrento. Posteriormente, Mario Maresca (1908-2000), filho de Giovanni e Giulia, herdou por sua vez o edifício. Após a primeira guerra mundial, o hotel foi rebatizado com o nome de “Hotel Royal”, que, em 1926, possuía 24 leitos. Ainda em 1928 tornou-se “Hotel Mercedì Maison Bleue”, até 1937, quando recebeu o nome de “Hotel Maresca”, até chegar, após várias reformar e ampliações e requalificações radicais até a oferta atual de 27 quartos com um serviço de alto padrão.


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